Urgente: após ser solta, MPF trabalha para mandar mulher de Cabral para cadeia novamente


Adriana Ancelmo

Procuradores alegam que será difícil que Adriana Ancelmo não tenha acesso a celular e internet, como decidiu Justiça nesta sexta-feira (17).

Ministério Público Federal entrou com um recurso contra a decisão da Justiça de converter a prisão preventiva de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral em prisão domiciliar. O despacho do juiz Marcelo Bretas concedeu a ex-primeira dama o direito de responder ao processo no apartamento do casal no Leblon, Zona Sul do Rio.

O juiz entendeu que os filhos deles, que têm 11 e 14 anos, não podem ficar sem o pai e sem a mãe ao mesmo tempo. No entanto, a data para Adriana Ancelmo deixar o presídio ainda não foi marcada. Para isso, várias exigiências devem ser cumpridas por determinação da Justiça. A ex-primeira dama não poderá ter telefone celular e nem acesso à internet. Ela só poderá sair de casa em caso de doença.

Adriana também só poderá receber visitas de parentes e advogados. A PF está autorizada a fazer uma varredura no apartamento sem aviso prévio. A data para ela deixar o presídio ainda não foi marcada.




Mas os procuradores argumentam que essa fiscalização é difícil de ser realizada e que, apesar da precaução de evitar acesso à internet, é grande o risco de Adriana Ancelmo movimentar o patrimônio oculto por Sérgio Cabral.

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O MP alega ainda que a revogação da prisão preventiva da ex-primeira dama para prisão domiciliar representa um tratamento diferenciado em relação às milhares de mães presas, que não são beneficiadas pela mesma medida.

Na argumentação, os procuradores dizem que os funcamentos que levaram Adriana Ancelmo à prisão permanecem os mesmos, sem qualquer fato novo que tenha alterado o estado das coisas em relação a ela.
O advogado de Adriana Ancelmo disse que vai se pronunciar quando tomar conhecimento do recurso do MPF. A defesa de Sérgio Cabral declarou que só vai se manifestar nos autos do processo.

Por: Agencia de Noticia


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